"SUPERMATÉRIA -
O INSTINTO HUMANO E O MOTIVO EMOCIONAL"

(Instinto humano, sintonia quântica)
Houve tempos em que eu via o mundo, os seres humanos, com certa revolta. As pessoas me pareciam egoístas, vaidosas, despreocupadas com o bem estar alheio, separadas de si próprias e de tudo.
Isso me trazia desgosto.
Compartilhando uma visão depressiva herdada de certas influências místicas e filosóficas, pensava nos humanos como seres desprezíveis, afastados de uma plenitude habitada por seres divinos e transcendidos. E o pior, os seres humanos eram em sua maioria, desprezíveis por escolha. Queriam ser assim.
Não conseguia ver nenhuma outra razão para um mundo em estado tão deplorável, que não fosse a total incompetência humana para a felicidade, quer fosse por covardia, maldade ou ignorância.
Compartilhava de um Complexo de Paraíso Perdido, achando que havíamos deixado algo num longínquo passado por nossa própr a realidade tangível do mundo.